Opa! Um mês após o último post, eis que aqui estou para mais um DIY Coletivo.

O HomeSweetener anda tão abandonado que chega a dar dó, mas o tempo por aqui anda tão escasso, que mal tenho oportunidade de limpar/arrumar a casa (que aliás, era o que eu deveria estar fazendo hoje, em vez de preparar este post), entretanto, se há uma coisa da qual ainda não abro mão é da nossa blogagem coletiva e o motivo não é nada nobre ou altruísta, muito pelo contrário, é bem egoísta mesmo: essas horinhas que eu sento para pensar no que eu vou fazer, esse tempinho que eu tiro para colocar a mão na massa e tirar da cartola mais um coelho funciona pra mim como uma terapia e tanto. Tem gente que faz análise, eu pratico o DIY :)

O tema do mês é cinema! O desafio é criar uma decor inspirada no cinema. Seja num filme, numa trilha sonora, numa frase marcante, numa cena, num personagem, num cenário… infinitas são as possibilidades – e, sinceramente, quanto mais possibilidades, mais difícil decidir o que fazer (pelo menos pra mim).

Eu, logo que o tema foi lançado, pensei em fazer algo pros meus filhos, maaaas como o design novo do quarto deles está em suspenso faz tempo, decidi fazer alguma coisa pro meu home office, algo para alegrar minha parede de inspirações, que é super preta e branca. Então, hoje, aos 45 do segundo tempo (pra variar), decidi qual seria meu filme inspirador: Frida! Se é pra ter cores, que sejam as de Frida :)

Criei uma tela com um quê de 3D. Uma foto em preto e branco cercada de textura e cor. O processo foi super rápido, super simples de executar, qualquer um pode fazer, entretanto, não é o tipo de “arte” que agrada a qualquer um, já que é beeeem espalhafatosa :)

Com vocês, as flores de Frida :)

 

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Como eu disse lá no início, qualquer um pode fazer, entretanto, a “arte” em si não é pra qualquer um! Aqui em casa só quem curtiu foi o Vivi, meu maiorzinho, que ao ver, exclamou: “wow! sick!!” (e fez questão de explicar que sick = super cool, hahaha) e pediu que eu fizesse um com a foto dele. Meu menorzinho não quis dizer que não curtiu, resolveu guardar um respeitoso silêncio. Meu digníssimo marido, primeiro não notou a presença da tela (whaaaat???) e depois quando foi ver, voltou com cara de tacho. Perguntei: “too much for you?” Ele respondeu: It’s okay… (it’s okay =  o importante é que você se divertiu, rs).

Mas tudo bem, como eu disse, este projeto foi pra mim, pro meu home office, então só precisa agradar a minha mente espalhafatosa, haha! :)

Agora chegou a hora de visitar as outras blogueiras e ver o que elas aprontaram. Confesso que eu estou super curiosa pra saber no que elas se inspiraram :) Vamos ver?

 

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Este post faz parte do projeto DIY Coletivo da Equipe SOS Decor. Pra ficar por dentro de todas as blogagens, ou participar das próximas edições, basta ficar ligado na fanpage do Facebook e nos seguir no insta —> @DIYcoletivo 

 

Nosso DIY Coletivo tirou o primeiro mês do ano de férias pra recarregar as energias e trazer pra vocês ideias super bacanas e lindas pra você decorar sua casa com muita energia do bem neste início de 2015. Ah! E temos uma novidade: a Thamyrez do blog Casa Design Studio acaba de se juntar a nossa equipe e nós estamos super contentes com a nova integrante. Nossas blogagens coletivas serão ainda mais inspiradoras este ano, pode apostar :)

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O desafio do mês é criar uma decor que traga bons fluidos, proteção, que passe uma mensagem positiva, que filtre as energias e deixe a casa mais leve pra encarar este ano que está começando.

Não importa sua religião, tampouco se você é supersticioso não não. A ideia aqui é trabalhar com os simbolismos, os significados dos objetos de sorte ou proteção, incorporando esses elementos e esta energia do bem  a sua casa.

Eu não me considero uma pessoa supersticiosa, também não sou religiosa, mas sou uma pessoa de fé e acredito no poder de se fazer o bem, no poder da energia  que emanamos e daquela que nos cerca. Acredito na transferência de energia: e isto serve também para nossos projetos DIY. Ora, se colocamos açúcar no bolo, teremos um bolo doce, logo se depositamos amor no que fazemos, o produto carregará com ele um pouco do nosso amor, da nossa energia positiva.

Na hora de escolher de que forma iria trazer boas energias pra minha casa, algumas ideias me ocorreram, mas acabei sendo forçada a fazer algo bem simples, por pura falta de tempo.

Vamos o ver o tutorial?

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Queria fazer algo que remetesse ao Brasil e às crenças tão ricas desse nosso povo. Queria trazer pra minha casa um pouco mais da pátria amada, mais do que fotos, mais do que chita, então trouxe um objeto de superstição, de fé, um objeto que mistura crenças, assim como nossa terra mistura povos e culturas.

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Poucas coisas são mais representativas da fé brasileira do que fitinhas do Senhor do Bonfim abençoadas, que misturam as crenças católicas com as do candomblé, os santos aos orixás, fundindo as  culturas de origem européia e africana.

E para coroar meu objeto de fé, agreguei às fitinhas do Senhor do Bonfim, a palavra de ordem: Axé (do iorubáàse), que  é muito utilizada na Bahia como uma saudação, um cumprimento, através do qual se deseja coisas boas, força, ânimo, votos de felicidade e energia a quem chega.

Perfeito para saudar as visitas, não é mesmo? :)

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Simples, né? Adorei ter minhas fitinhas benzidas na entrada de casa saudando as visitas :)

E como sempre, a inspiração não pára por aqui. Temos este mês outras 5 ideias super bacanas pra enfeitar sua casa e trazer boas energias.

 

Curiosidade:

Pra você que carrega a curiosidade no bolso, aqui vai um pouco sobre a história da fitinha :)

A fita original foi criada nos idos de 1800 e media 47 cm de comprimento, medida exata do braço direito da estátua de Jesus, o Senhor do Bonfim, que se encontra no altar principal da igreja mais famosa da Bahia. Na época a fitinha era confeccionada em seda e tinha o nome bordado à mão por beatas e recebiam acabamento em tinta dourada ou prateada. Sua versão original era usada como um colar, onde se perduravam medalhinhas e era adquirida, como lembrança, pelo fiel que havia alcançado uma graça.

Nos dias de hoje, diz-se que a fita deve ser amarrada com três nós, um para cada pedido, e que assim que a fita arrebentar, seus pedidos se realizarão :)

Em tempo, quero agradecer àqueles que me presentearam com as fitinhas usadas neste projeto: minha querida Cidoca e meu casal baiano favorito, Carol e Humberto.  É muita energia boa e amor envolvido neste DIY, gente ;)

Agradeço também à leitora e cliente querida, Graziela, pela sugestão do tema :*

Muito Axé pra vocês! :)

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Prometo que depois deste post, a programação do Home voltará ao normal (sim, porque isso aqui tá mais parecendo conteúdo do meu blog de família, né? rs), mas desconfio que muitos leitores vão gostar de saber um pouco mais sobre essa tradição natalina que vem invadindo casas com crianças mundo afora: o Elf on the shelf, ou traduzindo ao pé da letra,  o doende na prateleira.

Há quem ame, há quem abomine! Difícil é ter alguém indiferente a essa relativamente nova tradição.

Resumindo, é o seguinte: A criança recebe um pacote vindo do Polo Norte contendo um Elf e um livro. O livro conta a história do Elf e explica a tradição. O Elf chega sem nome e precisa ser batizado para ser oficialmente adotado e ter sua mágica ativada.

A partir daí, “ninguém” pode tocar no Elf, senão ele perde sua mágica (claro que já inventaram várias maneiras criativas de reativar a mágica do Elf, né? rs).

Toda noite, enquanto a família que o adotou dorme, o Elf usa sua mágica para voar até o Pólo Norte e contar pro Papai Noel como as crianças da casa se comportaram naquele dia. Quando volta pra casa, o Elf danadinho sempre apronta das suas. Tipo, nosso Cheeky pegou super leve. Alguns Elves espalham farinha pelo chão, panelas pela casa, enchem o vaso de papel, e por aí vai. O nosso não estava autorizado a aprontar tamanhas artimanhas, rs.

Na manhã seguinte, quando ele ouve movimento na casa, congela, pára no meio do que estava fazendo e aí a criança sai pelos cômodos à procura do Elf, que pode estar escondido ou congelado no meio de alguma bagunça.

Na madrugada do dia 24 para o dia 25, quando o Papai Noel vem  deixar os presentes, leva o Elf com ele de volta pro Pólo Norte e só o manda de volta em em dezembro do próximo ano, quando a brincadeira se repete :)

O Elf nada mais  é do que um espião bagunceiro enviado pelo Papai Noel, rs

Aqui em casa foram 23 dias com nosso Cheeky aprontando pela casa. Os meninos acordavam, desciam correndo pra procurar o pequeno Elf e sempre ficavam em êxtase quando o encontravam. Vinham correndo me acordar, dizendo: mamãe, mamãe, você precisa ver o que o Cheeky tá fazendo!!! Vem tirar uma foto!!!

Na véspera de Natal, o Nickito, de 4 aninhos, ficou triste, disse que ia sentir muita saudade do Cheeky. O Vivi, de 7 aninhos, me perguntou se eu tinha certeza que o Cheeky voltaria no ano seguinte, porque ele estava com medo de nunca mais vê-lo. Eu curti cada pedacinho dessa nova tradição, assim como eu curto cada coisa que faz os olhinhos dos meus meninos brilharem, cada coisa que coloca um sorriso lindo no rostinho de cada um deles :)

Pra você que não me acompanha no insta, criei uma galeria pra mostrar os 23 dias que o Cheeky passou conosco :)

Sem dúvida nenhuma, nosso Cheeky me ajudou em momentos de crise. Às vezes, quando os meninos estavam impossíveis, eu só olhava pro Elf e eles ficavam com a pulga atrás da orelha. Quando a situação estava mais incontrolável, eu mandava logo um: “se vocês não pararem agora, eu vou tocar no Elf!!!” E eles entravam em pânico, paravam a bagunça e imploravam pra que eu não mexesse no Elf (eu me diverti!, hahaha)

Confesso que tenho sentido falta do Cheeky, não só porque ele me ajudava a pôr ordem na casa, mas porque foi bem divertido criar as cenas de cada manhã :)

Ano que vem, pra facilitar, vou fazer uma cirurgia no Cheeky e implantar fios de arame nas pernas e braços para aumentar as possibilidades de poses e traquinagem :)

 

PS. Às vezes páro e penso, nossa, quanta mentirinha estamos contando pros nossos filhos! Mas esta é daquelas mentirinhas do bem, sabem? Faço questão de sustentar a “veracidade”  do Papai Noel, da Fada do Dente e do Coelhinho da Páscoa (sim, eles ainda acreditam até no coelhinho da Páscoa!!!) e agora do Cheeky que chegou para se juntar ao grupo das lendas que abrilhantam a infância. Um dia, certamente antes do que eu desejo, eles não vão mais acreditar em nada disso, mas certamente guardarão na memória todas as recordações dos momentos mágicos que construímos com tanto carinho (e algumas mentirinhas, hihihi).

 

Uns dias antes do Natal, demos um pulinho a jato na City pra ver as luzes de Natal. Infelizmente, tendo os moleques a tiracolo fica mais complicado ficar paradinha vendo o show de luzes inteiro, mas pelo menos deu pra sentir o gostinho :)

Chegamos por volta das 8pm (apesar de não parece, já que o sol ainda estava alto – adoro horário de verão!), jantamos no lugar de sempre e fomos dar uma voltinha. Olha, apesar desse clima mequetrefe de Melbourne, adoro esta cidade! Se em Melbourne fizesse o colarzinho do Rio, juro que consideraria seriamente viver aqui para sempre, rs. Maaaas, gente, estamos entrando em Janeiro e eu ainda tô usando cobertor! Esse ano o tempo frio tá abusando da minha boa vontade!

Mas voltando ao assunto, vim dividir com vocês um pedacinho da nossa voltinha :)

Agora acho que só apareço por aqui no ano que vem mesmo :P

 

 

Oi, gente!

Acho que esta será minha ultima passadinha do ano por aqui. Vim pra mostrar pra vocês um pedacinho do meu Natal :)

Quem me conhece, ou acompanha o HomeSweetener sabe que eu definitivamente não faço o tipo tradicional e isso fica bem explícito tanto na decor da minha casa, quando no look dos eventos que eu organizo. Meus Natais nunca obedecem à paleta de cores tradicionais, sempre fujo pro multi-colorido, pro alegre, pro espalhafatoso, pro tropical. Deve ser a saudade do Natal 40 graus do meu Rio de Janeiro, rs.

E se você me conhece pelo menos um pouquinho, sabe também que eu adoro uma chita. Tenho uma queda tipo “Cataratas do Iguaçú” por esse tecido barato que transpira brasilidade.

E foi lançando mão de estampas diferentes de chita, flores frescas, velas e garrafinhas de cerveja que montei essa decoração super brasuca, improvisada e acessível, pra essa festa que chamei de Natal no boteco dos Palmeira – quem disse que tem que gastar uma fortuna pra ter uma festa bonita, heim?

Vem comigo fazer um micro tour pelo meu Natal, quem sabe você se inspira pra festa de ano novo? (pra ver no formato slide, basta clicar na foto)

Claaaaro que nem tudo saiu como eu planejei… Até porque, chegou um momento que eu já estava tão exausta que comecei a riscar coisas da lista, abstrair mesmo. Por exemplo, não me dediquei a tirar fotos decentes (queria ter fotografado todos os convidados individualmente e em grupos, usando aqueles props com barba, chapéu, speech balloon.. enfim, não rolou, ficou pra próxima. Queria também ter tido tempo de fazer uma variedade maior de caipirinhas (ficamos apenas com a clássica).  Queria ter tido tempo de preparar as lembrancinhas pros convidados, mas não rolou :(. Aliás, queria mesmo era ter tido tempo de fazer o cabelo, as unhas e uma make upzinha básica. Mas, acreditem, mal deu tempo pro banho! hahaha – os primeiros convidados chegaram quando eu estava entrando no chuveiro!

Mas apesar dos pesares, foi uma gostosura de noite, música, comidinhas deliciosas, amigos da melhor qualidade e muitas gargalhadas. Arrisco dizer que foi o melhor Natal que eu organizei até hoje! Momentos que certamente ficarão guardados na memória :) Só não consigo dizer que foi perfeito, porque faltou nossa amada família. Mas não se pode ter tudo, né? Então, com os limões fizemos uma bela caipirinha e nos divertimos pra valer! rs

Ah, e se você perdeu a decoração do Natal passado (também com sabor brasileiro) passa aqui pra dar uma olhadinha. Tem também um post com a decor do Natal retrasado, que apesar de não ter chita, fugiu das cores natalinas, vale a pena conferir :)

E pra fechar este post, um videozinho de 15 segundos pra mostrar nossa Ceia em movimento :)

Pra vocês deixo beijos, abraços apertados e o desejo de um Ano Novo lindo, feliz e colorido como as estampas de chita :*

 

 

E pra você que achou que não ia mais rolar DIY Coletivo este ano, aqui vai nossa edição especial: Mimo de Natal!

Pra quem não tá por dentro, Mimo de Natal é uma edição criada especialmente pro nosso Amigo Oculto Virtual. Sendo assim, nós, integrantes da Equipe SOS Decor, nos reunimos virtualmente para celebrar mais um ano criativo. E existe melhor maneira de presentear uma pessoa querida do que fazer com as próprias mãos um mimo especial pra ela?

Como estamos neste barco há mais de um ano, já nos conhecemos um pouco melhor, então em vez de nos inspirarmos simplesmente no perfil de cada uma, resolvemos dar uma dica do que gostaríamos de ganhar, ou melhor, que parte da casa seria presenteada com o Mimo de Natal :)

Para aumentar o suspense, a foto divulgação foi misteriosa: um embrulho de presente!

O que tem dentro da caixa? Vem que eu te mostro ;)

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 Minha amiga vai ganhar um presente que se eu fosse comprar pronto, custaria um dinheiro sério, maaaaas graças ao DIY power, o valor final do presente ficou tão indecente que fico até com vergonha de contar quanto custou – além do que, convenhamos, a etiqueta manda não revelar o valor do presente, né? ;) Quer saber o que eu usei?

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Mas vamos ao que interessa. Com vocês, o passo-a-passo!

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E agora o produto final prontinho posando todo faceiro e em funcionamento na minha bancada de trabalho:

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   – Diz aí se não ficou super cool?? (modéstia à parte, claro, rs)

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Mimo de Natal prontinho e embrulhado, é hora de apresentar minha Amiga Oculta Virtual! E meu mimo de Natal vai para a….

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Isso aí, repeteco – tirei a mesma amiga do ano passado (e não foi marmelada, juro! rs) A Ju pediu um presente pro home office que está em fase de reforma, aí eu decidi criar um letreiro iluminado… e nada mais representativo do que um DIY do DIY né não? :) printscreen-01 Ju, espero que você tenha gostado do seu mimo. Fiz inspirada nas cores vibrantes do adesivo vinílico que reveste o armário alto do seu home office (que imita uma biblioteca) e também na sua disposição DIY 24h. Ah, e pra você que não viu o Mimo de Natal do ano passado, vem por aqui. Bom, mas como vocês sabem, a inspiração não termina aqui :) As outras meninas da equipe  bolaram presentes super bacanas. Se eu fosse você ia correndo conferir. Aliás, quem será  que me tirou? Morrendo de curiosidadeeeee!!! :)

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Dezembro entrando, é hora de começar a agitar a decor natalina – ou será que você já começou??

Aqui em casa a movimentação ainda tá fraquinha,  até agora só montamos a árvore (hoje!).

O calendário do advento sairá em breve, e para a porta queria fazer uma guirlanda diferente este ano, mas a cara de tristeza do Vivi foi tão tocante quando eu contei isso pra ele que estou quase repetindo o Rudolph este ano.

Até semana que vem , começarei também a pensar em como será a decoração do mesão de Natal  – gente, é só comigo ou tempo aí também tá voando? aff…

Mas deixa estar, porque hoje é dia de DIY Coletivo e nossa missão do mês é dar aquele empurrãozinho pra você deixar sua casa no clima pra receber o Papai Noel :)

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O projeto deste mês é bem singelo, tão simples que não fui nem eu que fiz, passei o bastão pro meu assistente, meu primogênito que só não ficou mais feliz com a função porque 1. ele tava dodói; e 2. porque não foi filmado (ele é um artista nato, adora um vídeo, rs).

Na verdade, confesso, o projeto ia ser outro, mas como queria alegrar o dia do meu pequeno, que estava entediado em casa de repouso, decidi escolher um lance que ele pudesse fazer sozinho – e ele adorou participar!

Então, vamos ao PAP, com participação especial do meu Vivi!

Snow Globe – só que no pote de vidro

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(notem que na foto o enfeite de Natal já está colado à tampa do pote de vidro)

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1. Usando a cola quente, cole o enfeite dentro da tampa do pote de vidro (na hora de comprar o enfeite, leve a tampa pra ter certeza que caberá). Reserve.

2. No pote com água, coloque algumas gotas de glicerina (não precisa misturar) – não tem medida certa, mas tenha em mente que quanto mais glicerina tiver na água, mais lentamente cairá a purpurina.

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3. Acrescente a purpurina à água com glicerina. Acho que colocamos o equivalente a umas duas colheres de sopa cheias, mas assim como no caso da glicerina, a quantidade vai do gosto do freguês – se quiser uma nevasca, se joga na purpurina, se quiser só uma nevezinha de leve, um pouquinho basta.

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4. Para garantir que o pote ficará selado sem deixar escapar água (já que a ideia é deixá-lo de cabeça para baixo), aplique cola quente à lateral da tampa, por dentro, claro :)

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5. Feche o vidro imediatamente, antes que a cola seque. Enrosque a tampa com firmeza e antes de virar o pote de cabeça pra baixo, tente abrir o pote (a ideia é não conseguir, rs), pra ter certeza que está bem vedado.

6. Feito isso, tá pronto! Pode chacoalhar à vontade que sua “neve em conserva” vai cair, como no Natal dos filmes de Hollywood :)

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O Vivi que nasceu na neve de Indiana, mas não lembra como era, adorou ter a representação do Natal branquinha dentro do pote.

Fiz questão de deixá-lo fazer tudinho e resisti à tentação de dar um toque final, porque eu queria que fosse uma produção totalmente by Vivi :)

Let it snow!

Considerações finais:

1. o pote de vidro pode ser reciclado mesmo (o de molho de tomate funciona que é uma beleza, tamanho perfeito!)

2. se você não encontrar um enfeite natalino simpático no xing ling, você pode comprar aquelas escovinhas de lavar mamadeira pra fazer os pinheirinhos? Ou melhor ainda, comprar as arvorezinhas feitas com essa escovinha – elas são bem baratinhas. Você encontra no eBay e no Etsy.

3.  usei cola quente, mas a menina da loja de crafts me sugeriu usar silicone (aquele que se usa pra selar o box do banheiro)

4. a glicerina líquida não é fundamental, mas ela faz com que os floquinhos de purpurina caiam mais devagar. Ah, você encontra em qualquer farmácia.

Como vocês podem ver, o projeto é bem fácil mesmo, sem falar que custa quase nada e faz a alegria da criançada tanto na hora de fazer, quanto depois de pronto.

Agora, como vocês já estão carecas de saber, a inspiração não pára por aqui. As outras blogueiras do SOS Decor  fizeram projetos super bacanas. Ideias não faltam pra vocês enfeitarem a casa pro Natal  – só não entra no clima quem não quer :)

 

 

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Faz tempo que não apareço por aqui sequer pra tirar a poeira, né não? Mas ó, eu demoro mais chego e ainda trago comigo muita inspiração.

Segura porque hoje é dia de home tour em Casa de Blogueira! :)

casa de amados tour 7-1Tem gente que é tão fofa que dá vontade de colocar no bolso, né não? A Ju Amado é dessas, e não satisfeita em carregar a fofura no coração, espalha amor por onde passa, seja nos seus vídeos inspirados em seu canal no YouTube, nos posts em seu blog, nos compartilhamentos na sua fanpage e, claro em nosso encontro criativo mensal, nosso querido DIY Coletivo.

Quando convidei a Ju para nos apresentar oficialmente seu doce lar, já fazia uma boa ideia do que iria ver, já que sua casa é o palco dos espetáculos  do Casa de Amados. Mas eu precisava ver todas as peças se juntarem, queria mostrar pra vocês o quebra-cabeça montadinho de uma tacada só.

Ela, queridíssima, mandou registros de todos os cantos da casa: sala, quarto, varandas, banheiro, cozinha e lavanderia, nenhum ambiente passou impune, todos foram clicados e serão aqui eternizados (ops, até rimou, rs).

Então, senhoras e senhores, meninos e meninas, diretamente da minha Cidade Maravilhosa, trago pra vocês:

A Casa da Ju!

A Ju, não sei se vocês lembram, foi minha amiga-oculta no último Natal. Ela é museóloga, amante das mais variadas formas de arte e dona de uma inquietação permanente quando o assunto é decoração – e cá entre nós, os 60m2 em que ela vive sabem muito bem disso! :)

Desde que se mudou pra lá, começou imediata e destemidamente o processo de intervenção. O mobiliário embutido foi totalmente repaginado e ganhou diferentes apelos em cada ambiente.

A área social, inspirada em Mondrian, obedece à paleta de cores primárias e às escalas de luz – uma décor totalmente inspirada nas artes que agrega elementos modernos e antigos, todos dentro do mesmo abraço, dando forma a um ambiente rico em detalhes e que expressa com exatidão a essência da blogueira.

E quando você acha decifrou o espaço, surge, cravado no meio da sala, uma mini-galeria que faz de um simples hall de acesso à ala íntima, um canto iluminado pela textura e cores aplicadas às paredes e, claro, pelas artes ali expostas. Um afago aos olhos…

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“As cadeiras do jantar, comprei de um noivo de uma amiga, porque ele tinha trocado por umas novas, por 20 reais cada. A poltrona, o banco de sapo, e as mesinhas laterais foram herança da família e de amigos. A mesinha redonda de pés palitos foi feita por mim, usando carretel de fio e tecido. Os quadros do cantinho de leitura remetem à literatura e ao cinema.”

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Na varanda da sala, a mesa super estilosa feita de carretel de fio ganha cadeiras coloridas que quebram o ar rústico e reforçam o estilo que toma conta da casa.

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“Na varanda do quarto, a mesinha azul foi “herança” e o banco, na verdade era uma mesa que ia pro lixo de uma costureira do bairro. Sorte que ela conhecia o meu blog e ofereceu para minha mãe! As prateleiras que sustentam as garrafinhas também são “resto” do rack. As garrafas, são garrafas de qualquer coisa, que eu pintei por dentro. O nicho do meio, veio de um bazar do blog Decorviva. É nessa varanda que coloco a rede quando o tempo está propício.”
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O quarto da Ju é outro paraíso de inspirações, o que não falta ali é projeto de customização. A cabeceira rendada foi seu último toque, que arrematou o ar romântico do ambiente. Neste quarto, basicamente tudo o que você vê e pensa “será que foi ela que fez”, a resposta é “sim, foi!” :)
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Não se sabe onde a inquietação decorativa começa e onde a Ju termina, rs.
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“No quarto, eu queria uma pegada mais artesanal e romântica. Forrei quase tudo com contact – a sapateira e a escrivaninha receberam motivo floral, e o armário aéreo, uma estampa que imita livros antigos. No guarda-roupa, troquei os puxadores cromados por outros de flores, em estilo colonial. O quadro grande, ao lado do cabideiro EAMES foi pintado por mim, e faz referência à viagem que fiz a Cusco, Peru. Ele não está ali por acaso – esconde fios de tv, já que eu não gosto de televisão no quarto.”

 

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E vejam vocês, nem a cozinha escapa das intervenções da Ju. O ponto alto fica por conta da parede de azulejos estampados, que ela produziu do zero, recortando estampas diferentes de papel adesivo no tamanho do azulejo dela.

“Essa parede é o xodó da casa, todo mundo comenta!”

Mas claro que não pára por aí, né? Para impedir que o branco tome conta, ela pincela cores e texturas por toda a cozinha!
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“Na lavanderia, como a máquina de lavar fica bem embaixo do varal, seria importante ter uma capa. Mas como eu detesto capa de máquina, apelei para uma toalha de mesa coloridona, que me lembra a Frida Khalo.”

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E o banheiro, você acha que passou impune? Óbvio que não.

“No banheiro, forrei o armário branco com contact e troquei os puxadores cromados por modelos coloniais. E coloquei quadrinhos, e também um porta-grampos. A maioria dos quadrinhos são postais publicitários de exposições de arte, emoldurados em porta-retratos de loja de 1,99.”

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E aí, depois de fazer esse tour pela casa da Ju você ainda vai ter coragem de dizer que não decora a sua casa, porque a grana tá curta, ou porque mora de aluguel? Hmmm, acho que não, né?

E ó, se quiser mais inspiração DIY, não deixe de conferir o Casa de Amados, que traz sempre inspirações fofas e realistas, que certamente cabem no seu bolso. Outra dica é ficar ligado no canal do Youtube, os vídeos da Ju estão cada vez mais bacanas – uma artista esta menina! Dá só uma olhada em um dos meus favoritos ;)

Espero que vocês tenham curtido o tour da casa da Ju. E para aqueles que ainda não viram, vale a pena conferir os outros posts da coluna Casa de Blogueira – prometo que vocês não se arrependerão ;)

A casa da Carla

A casa da Karen

Ju, muito obrigada por me permitir mostrar sua casa aqui no Home. Tenho absoluta certeza que este tour servirá de inspiração para muitos!

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Demorou um tantinho, mas chegou! Chegou o dia da nossa blogagem coletiva mensal e o tema da vez é Decor Xing Ling – porque, cês sabem, né? Nós adoramos inventar moda gastando bem pouquinho :)

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Então, anota aí, o desafio do mês é criar uma decor bacanuda, usando como matéria prima principal um ou mais itens dessas lojas de 1.99.

Eu, que estava sem inspiração, fui perambular pelos Xing Lings da região – aqueles corredores são sempre inspiradores, rs – e eis que me deparo com um cesto cheio de relógios de parede, daqueles beeeem vagabundex, que pra melhorar piorar estavam sem bateria, pela bagatela de quanto? Um e noventa e nove! Peguei o meu e segui perambulando, atrás de algo que pudesse servir de base, já que daquele relógio eu só pretendia aproveitar a “máquina”.

Não encontrei o que eu tinha em mente, e quando já estava desistindo, passando pelo último corredor, encontrei uma pilha de tabuinhas de bolo (daquelas de papel duro, sabe?). Diâmetro maior que um palmo, perfeita! Saí de lá 4 dinheiros mais pobre e já visualizando o que iria fazer, até que… quase saindo do Mall, dou de cara como uma promoção numa loja de produtos indianos: qualquer produto pela metade do preço! Fui direto na prateleira de papéis feitos à mão e arrematei o meu por 2 míseros dinheirinhos. Não tá ruim não, né?

E foi assim que nasceu um relógio de parede pro meu home office :)
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Material:

– uma tábua de bolo redonda com mais ou menos 30cm de diâmetro (daquelas de papel bem grosso);

– cola (eu usei modge podge e cola spray, mas cola branca normal funciona também)

– máquina de um relógio de parede (motorzinho + ponteiros). Você pode desmontar um relógio barato ou comprar um kit DIY

– papel da sua escolha (ou tecido!)

– furadeira

– tesoura, régua, lápis… essas coisas de sempre

 

Vamos ao PAP!

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1. Usando uma régua, encontre mais ou menos o centro da circunferência e com uma furadeira perfure a tabuinha.

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2. Encaixe o motorzinho do relógio na parte de trás. Às vezes é necessário abrir um pouco mais o furo, pra que o eixo encaixe, mas cuidado pra não deixar o motor bambo, é importante que fique bem justinho. Se não ficar, use cola para fixar.

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 3. Retire o motor e recorte no papel (ou tecido) uma circunferência um pouco maior que a da tábua de bolo.

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4. Para um trabalho mais limpinho, aplique cola spray no verso do papel e na parte da frente do que será seu relógio. Espere de 1 a dois minutos antes de colar um no outro. Lembre-se que você pode usar cola branca, sem problema nenhum. Preferi a cola spray pra tentar minimizar a sujeira :)

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5. faça pequenos cortes em todo o perímetro do papel (ou tecido), aplique-o à tábua e, cole as bordas na parte de trás (eu pincelei cola branca)

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6. Feito isso, com o auxílio de uma tesoura, fure o papel que você acabou de colar sobre a tábua bem no centro, onde entrará o eixo do motor do relógio. Aconselho a passar uma camada de modge podge (ou mesmo de cola branca) para proteger a superfície e dar um acabamento melhor, mas não é fundamental.

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7. Encaixe o motor

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8. Encaixe os ponteiros na sequência: horas, minutos, segundos. Notem que meus ponteiros estão cobreados – eu havia pintado, usando tinta spray cobre (sim, a mesma que usei no projeto do mês passado, rs), mas achei que ficou mortinho, então….

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9. Lancei mão da minha velha amiga washi tape – que eu não usava fazia tempo! – e transformei meus ponteiros em laranja fluorescente! Pra dar uma bossa a mais, com uma Sharpie (caneta permanente) laranjona, pintei o ponteiro de segundos. Outra vida, né, não? :)

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Depois foi só arrumar um espacinho pro meu relógio novo na parede do meu home office e pronto, uma parede que era preta e branca, ganhou um splash de cor :)

Arrisco dizer que este foi o projeto mais fácil e mais rápido que eu já fiz – mais fácil até que o macramê de principiante, ops, de minuto!

Então se quiser fazer um relógio de parede bacanudo e baratex pra sua cozinha, pro seu home office ou até mesmo pro quarto das crianças, se joga nesse PAP porque é risco zero! ;)

Ah, e não acabou não, hein! As outras meninas do SOS Decor também colocaram a mão na massa e trouxeram  ideias fantásticas pra você abusar do xing ling ;)

 

Este post faz parte do projeto DIY Coletivo da Equipe SOS Decor. Pra ficar por dentro de todas as blogagens, ou participar das próximas edições, basta ficar ligado na fanpage do Facebook.

 

 

concreto17O Concreto aparente surgiu com força total em terras brasileiras na década de 60, na época do movimento brutalista, quando primava-se pela funcionalidade e objetividade da construção em detrimento dos elementos decorativos.

No Brasil, arquitetos como Ruy Ohtake, Mendes da Rocha e Vilanova Artigas são sem dúvida nenhuma alguns dos maiores representantes/ícones deste movimento.

Na arquitetura brutalista, o concreto armado era o rei e estava sempre aparente. As estruturas, antes encondidas, disfarçadas, ganhavam destaque. Fachadas, paredes internas, escadas, lajes, vigas, colunas, brises, pilotis…  uma infinidade de elementos arquitetônicos se beneficiaram do concreto armado, que passou a estrelar in natura, completamente aparente, nas edificações da época.

O tempo passou e outras correntes surgiram, voltando a esconder o esqueleto das construções. Já há algum tempo, entretanto, vê-se um certo retorno do concreto aparente ao gosto comum. Eu mesma adoro a ideia dos ambientes serem o mais verdadeiros possíveis. Se uma construção foi pensada, planejada, não há porque disfarçar seu esqueleto. Muito pelo contrário, vigas robustas de concreto aparente, assim como colunas estruturais à mostra, me dão borboletas no estômago, mexem com minha imaginação, aguça meus sentidos.

E pra provar meu ponto, trago hoje pra vocês inspirações lindas e cheias de personalidade que exaltam os elementos estruturais, deixando o concreto aparente.

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Preferências à parte, uma coisa é certa, estruturas aparentes contam histórias não só de uma época, mas também da edificação em si. Eu morro de amores!

Mas como diz o velho ditado, quem não tem cão caça como gato, então na impossibilidade de se ter concreto aparente de verdade (dada a dificuldade que é se conseguir, hoje em dia, um serviço bem feito a um preço camarada), por que não apelar para o bom e velho “fake”? Sim, os revestimentos cimentícios são  uma boa opção para atingir um look brutalista, só que muito mais baratos que os verdadeiros.

Seria assim, comparando grosseiramente, como utilizar adesivo vinílico em vez de papel de parede de verdade – não é o ideal, mas dá pro gasto (e é bem mais em conta) rs. E pra provar que os fakes também dão samba, olha aí alguns exemplos:

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Claro, resultado não é o mesmo, já que se perde muito da característica bruta original. Entretanto, muito embora o revestimento de cimento queimado não traga com ele a “uniqueness” da imperfeição que só o concreto aparente proporciona, o aspecto cru confere, inegavelmente, uma pegada moderna ao ambiente, e melhor, por um precinho beeeeem mais camarada. E quem não gosta de um look bacana a um preço acessível? :)

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