Volta e meia eu esbarro com fotos de casas que falam por si só, que mesmo sem legendas ou explicações elaboradas, dizem a que vieram; sem o menor pudor, mostram a alma dos seus donos, sem sequer mostrar suas faces.

Hoje eu trago pra vocês a casa do Gael, filhotinho de um casal muito querido, amigos dos tempos que vivemos em Bloomington.

A Ju, mamãe do Gael :), me mandou fotos lindas e legendas inspiradas (como tudo o que ela faz). Então, abro a porta da Casa Colorida do Gael com  as palavras da Ju, pessoa linda (e “dócil” rs – piada interna) que eu tive a hooooonnnnrrrrraaaa (leiam com ênfase e sotaque mineirinho, por favor) de conhecer e conviver, ainda que por um breve período.

“Moramos num apê, a cara de Brasília, numa quadra super arborizada, com um parquinho divino ao meio. Sem muros, sem frescuras, no 3° andar. Apê ‘vazado’, com 122 m2, na ’108 norte’, bloco G. Apê igualzinho a centenas de outros em ‘BSB’! Só na nossa quadra são vaaaaaarios blocos, i-dên-ti-cos! Comento sempre que em Brasília é assim: você fala onde mora, seu interlocutor logo vira os olhinhos para o pensamento e processa no AutoCAD mental os metros quadrados, a posição em que vc dorme, a posição da sua privada e logo sabe se você ‘reflete’ em direção à meca, à capela sistina ou à Floresta Amazônica!!!!!Coisas de ‘BSB’… já me incomodei muito com isso e com tantas outras idiossincrasias da nossa estranha capital, hoje não ligo mais! Ademais, minha alma é modernista e eu juro que ainda suspiro quando estou diante do alvorada!”

 

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A sala do tapete azul tem livre circulaçao e assim permanecerá por princípios e por falta de verba para ‘the table’! Os principios só serão desrespeitados quando a ‘picola’ mesa dos meus sonhos puder entrar. E ela só ocupará uns minimos centimetros quadrados, para deixar quase tudo livre para o Gael e para nossas esparramadas.

 

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Os espelhinhos na entrada estao sempre a espera de novas aquisiçoes.

 

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O Sergio Rodrigues foi um sonho antigo e até hj eu ainda levo susto quando olho p nossa ‘kilin’. Yes, nós temos uma escultura dele na sala do gael! Duas, o banquinho Sonia chegou há um tempinho e por pouco eu nao dormia abraçadinha!
A mesinha de canto é uma original dos idos de 1960, de algum lar brasiliense da inauguraçao da capital. Estou in love!


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o tapete é azul, lindamente azul. E é o lugar mais curtido da casa. A gente deita e rola, o gael se esbalda e a frota de veículos não sai de lá. A estante não vou terminar nunca, tiro e ponho coisinhas e vivo com projetinhos ‘do it yourself’ no cabeção.

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A prateleira mais baixa é do Gael. Os amados trenzinhos vivem por lá e o iberê foi promovido à condiçao de brinquedo cool e vive povoando a divina imaginação dele.
O banquinho antigo tem valor sentimental, ocupou a sala da vovó e da avó dela desde os primórdios da famééélia e herdei de tamanha cara de pau. Com a vovó é assim, não precisa pedir duas vezes. Quando ele chegou, fui na lojinha da esquina e escolhi essa ‘fazenda’ floral, puro algodao, 12 pilas o metro. Dei um nó embaixo do assento e cá estamos. Quando eu enjoar, arrumo logo um substituto. Por ora, ele é nosso cabideiro da entrada. E lembrança de tempos leves.

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A guirlanda na porta é mais um dos meus excessos.

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O corredor guarda o foguete até o Gael enjoar de vez e, a parede, fotos de sempre. Praticamente não renovei a exposiçao desde o primeiro lar na américa. Shame on me.

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A cabeceira da cama é uma chapa de compensado, que veio da outra casa e lá cobria uns buracos estranhos na sala de tv. Gostamos muito do fim que ela teve.

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O corredor abriga ainda as cores e a baguncinha das louças coloridas. Estao sempre precisando de um paninho, mas nao têm pra onde ir. Assumo que gosto dessa exposiçao. Na outra casa brasiliense também era assim e já virou traço da familinha

Aqui é o nosso lar, lar messsssmo, tem nossa cara, nossas cores, nossa estória, nossos sonhos realizados. Não. E nao tô falando do Sérgio Rodrigues, tô sendo bem clichê mesmo. A gente adora nosso canto e aproveita tudinho e volta pra cá sempre feliz. “

**********

Agora me diz, como não morrer de amores por este canto repleto de encantos? Como não desejar sentir o cheiro dessa casa, que transpira amor, que guarda lembranças, que reúne sonhos? Como parar de olhar pra essas fotos tão cheias alma, de um lar que exala felicidade, que inspira, que contagia? Simplesmente não dá. Que bom que eternizei aqui, no meu HomeSweetener, este pequeno registro tão cheio de ternura.

Deixo aqui um beijo pra Ju, outro pro Gustavo e um cheiro e um aperto bem gostoso no Gael, a misturinha perfeita desse casal querido. Muito obrigada por me permitir mostrar aqui um pouco do lindo ninho de vocês <3

 

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Tô aqui, né? Milhas e milhas distante da festa mais brasileira que existe, só vendo os updates dos amigos no Face e no Insta – ô maldade! Pega leve, gente, que o coração é fraco!

Com o pensamento flutuando entre os blocos e a Sapucaí, resolvi criar um mimo pros foliões de plantão.

Pra você que gosta de folia, que pula no bloco, que escolhe a dedo sua fantasia, que se joga no confete e na serpentina, o primeiro poster do ano tá no tom do carnaval. Linda-Morena, a protetora dos foliões, tá prontinha pra você baixar di grátis. 

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Presentinho de carnaval do HomeSweetener pra você ;)

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O último dia do mês chegou e junto com ele nosso querido DIY Coletivo. Pra você que ainda não está familiarizado com nossa blogagem coletiva, se liga na fanpage, que é onde reunimos todos os projetos – lá você encontra os links para todos os blogs participantes, assim como as regras do jogo ;)

Este mês o desafio é criar uma decor usando tecido, qualquer tecido. O importante é colocar a caixola pra funcionar e dar um uso criativo ao seu pedaço de pano :)

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Eu teci uma tigela :). É tão fácil e tão gostoso de fazer, que minha vontade foi de fazer vários pra dar pras amigas, rs

Bora ver o PAP?

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Projetinho sem mistério: como transformar restos de tecido em tigelas, porta-trecos, luminárias…

Você vai precisar de:

- retalhos de tecido (escolha dois tecidos diferentes, que se complementem)

- cola branca

- água (para diluir a cola branca)

- (opcional) um pincel comum ou de espuma

- tesoura

- uma tigela para usar como molde, mas se não tiver, pode usar uma bola, um balão…

- papel filme

E mais nada! :)

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Comece embalando sua tigela com o papel filme

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Num potinho, coloque um pouco da cola branca – você não vai precisar de muito

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Dilua com água pra deixar a cola mais ralinha – aproximadamente meia medida de água para uma medida de cola. Não faça muito de uma vez pra que não haja desperdício. Misture bem misturadinho.

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Tendo escolhido dois tecidos, corte tiras de um para a parte de dentro e de outro para a parte de fora. Eu estabeleci o tamanho das minhas tiras pela largura do meu pincel.

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Para uma tigela grande como a que fiz, utilizei 10 tiras para dentro e 10 para fora

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Se o seu tecido estiver amarrotado, passe a ferro antes de começar o processo de colagem

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Como utilizei dois métodos diferentes, nem precisava ter passado este – vocês vão ver o porquê…

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Reúna todas as tiras e pre-pa-ra :)

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Pegue sua tigela, já devidamente ambalada com papel filme, vire ao contrário e, usando um pincel, passe a primeira faixa de cola.

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Cole a primeira tira de tecido com a parte da frente para baixo (o avesso para cima) e repita o processo (sobrepondo ligeiramente as tiras)

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Uma vez coladas todas as tiras, passe uma camada de cola sobre toda a superfície – esta será a parte de dentro da sua tigela de pano.

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Para a parte de fora, usei outro método, que apesar de fazer um pouquinho de lambança, achei mais eficaz: mergulhe as tiras de tecido na cola diluída de modo que fiquem todas embebidas na mistura (por isso, não precisava ter passado a ferro, rsrs)

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Disponha as tiras, desta vez com a parte do avesso virada pra baixo, ou seja, cole o avesso de um ao avesso do outro. Estique todas muito bem ao longo da tigela. Eu preferi começar do meio, mas não tem regra, faça como quiser. Inclusive, se você estiver se sentindo audaciosa, pode usar cores/estampas diferentes, dispostas em direções diferentes :)

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No fim das contas, fica assim. Agora é a parte chata: esperar! O ideal é deixar pernoitar, por isso aconselho fazer essa etapa à noite, assim você não fica muito ansiosa e deixa a tigela secar direitinho :)

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No dia seguinte… Vire a tigela ao contrário e retire o molde que estava protegido pelo papel filme – sai super fácil

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Retire então o papel filme, que se você tiver deixado a cola secar direitinho (de um dia pro outro) também sairá de primeira, sem esforço. Pode ir sem medo :)

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Corte então as rebarbas e acerte o contorno

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Sua tigela de tecido está pronta! :)

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Você pode usar sobre a mesa, como fruteira…

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Pode também usar na cozinha, pra deixar ervinhas, tomates, cebolas… à mão na hora de cozinhar

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dá um charme extra ;)

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Oooooou, você pode usar sobre sua mesinha de centro e fazer um arranjo bacana…

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Ou ainda como revisteiro – notaram como a tigela fica maleável? Apesar do tecido endurecer, ele se molda às situações. Uma tigela flexível – aceita diversos usos e se molda a eles :)

E aí, vai dizer que não é molezinha? :)

Mas ó, não vai embora não, porque tem mais inspiração pra você! Dá só uma olhadinha no que as outras meninas aprontaram:

Pra quem perdeu as blogagens coletivas anteriores, clique AQUI pra ficar por dentro :)

Agora, se você ainda não curtiu, que tal curtir nossa fanpage, pra ficar ligado nas novidades? Todo mês, um tema diferente e vários projetos legais.

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Casa que é casa tem alma. Costumo dizer que a casa deve ser o reflexo dos donos, mas algumas vão além e de tanto amor que recebem, ganham vida própria.

A que eu vou mostrar pra vocês hoje é assim.

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Quem passa e olha, pensa: casinha bonitinha, mas e daí?

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E daí, que ela te chama, te atrai pela simplicidade linda, pela beleza despretenciosa…

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Aconchego é a palavra de ordem. Cada canto é único. No mundo inteiro, você não encontra nada parecido. Os donos, uma designer e um ecologista, transformaram a arquitetura numa extensão de suas almas.

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Luz, cores e texturas permeiam o ambiente criando uma atmosfera que é pura vida.

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E os detalhes? Ah os detalhes… de uma riqueza estonteante!

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Simples e informal, a casa tem vida própria, uma vida de harmonia.

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Plantas e artes conversam com tanta intimidade que parecem uma coisa só.

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E o banheiro, meodeosdocéo! Novamente a simplicidade dá a receita do sucesso.

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Aí você olha pra sala de jantar que quase cai na cozinha e pronto, morre de amores pelas cores da madeira, pela luminária pendente e pela maneira que cada utensílio foi disposto nas prateleiras…

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As prateleiras que ganharam do meu coração o prêmio “tumtumtum acelerado”

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E aí, pra fechar com chave de ouro, você cai pra trás com a beleza rústica e despretenciosa do jardim dos fundos e como se não bastasse tamanha beleza, você nota que a sala, com suas janelas sanfonadas se integra ao lado de fora, como se parede não houvesse separando os dois.

Digam aí, uma casinha de mil encantos, não? Para acessar o post original e ler uma matéria linda, basta clicar aqui .

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Será que sexta-feira será o dia internacional das dicas aqui no Home? Hmmm, do jeito que eu ando encontrando coisas bacanas pelo meio do caminho, pode ser, hein! :)

Desde que eu decidi abraçar o mundo de design de interiores e mergulhar de cabeça nessa área, tenho descoberto tantos tesouros, tantos talentos, tanta coisa linda às quais eu não tinha acesso, que acho que este é um caminho sem volta e apesar de eu morrer de amores pela minha amada arquitetura e ter uma queda sinistra pelo urbanismo, vou acabar ficando por aqui, me aninhando nesse nicho onde a criatividade corre solta e onde os projetos se concretizam em muito menos tempo :)

Hoje a dica vem daí da terrinha mesmo, do meu Brasil brasileiro, pai de gente criativa, de gente que inventa e que faz acontecer.

Foi pesquisando soluções criativas pra luminárias como alternativa ao look romântico, que me deparei com o Lustre, uma luminária toda feita de que? Pa-pe-lão! Pirei. Surtei. Caí pra trás. Mor-ri! :)

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Meus designs não são  do tipo tradicional, pelo contrário, tenho muita dificuldade em aceitar a simetria, o padronizado,  o previsível. Primo por pegadas diferentes, detalhes irreverentes e pelo toque pessoal (tanto meu quanto do cliente). E foi assim que me apaixonei pelo conceito dessa marca.

Não, não tô sugerindo, de forma alguma, que você decore toda sua casa com móveis de papelão, rsrs, mas ó, cá entre nós, dar um splash inusitado na decor é sempre uma boa ideia ;)

Então aqui vão umas inspiraçõezinhas pra mexer com o bichinho de corpo inteiro transmissor do siricutico decorativo :)

cabeceira de papelão

Cabeceira linda e super ecologicamente correta, hein! rsrsr Notaram que os criados-mudos e abajures também são de papelão craft?

poltrona papelão

Adorei a mesinha lateral/banco :)

poltrona papelão

Essa poltrona é uma das minhas peças queridinhas (mas ninguém bate a luminária Lustre! rsrs)

pufe de papelão

E esse cantinho que é puro aconchego?

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Os vasinhos de planta também arrasam, né não?

E, gente, sabem o que é o mais bacana? As peças são super personalizáreis. Usando tecidos, almofadas, adesivo vinílico, tinta… você dá vida extra às peças num piscar de olhos. Sem falar que algumas dessas ideias são super viáveis de DIY, né não? ;)

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Esses dias descobri uma designer aqui em Melbourne, cujo trabalho fez meu coração fazer tumtumtum acelerado. É a Stephanie Ng. Fiquei tão encantada com o trabalho dela, que resolvi mostrar pra vocês um pedacinho das criações que mais curti. Vem comigo :)

luminárias pendentes

Dá um look nessa galera reunida – fantástico pra dar aquele tcham em ambientes comerciais, né não? Restaurantes, barzinhos, lojas… you name it!

lâmpada tricô

Close: Agora me diz se não é de fazer o coração fazer tumtumtum?! Eu tô absolutamente gamada na “Luna Lana”

luna lana

Inspiração prazamiga que curtem crochetar ou tricotar  - manhêêêêê, faz pra mim?? rsrsr

Naked Luna

Essa é a Naked Lana: Só pra deixar a ideia um pouco mais charmosa, que tal o toque industrial da gaiola de metal? Ai, gente, eu morro com tanta beleza!

Luna Lana cabeceira

Pensa só na composição com a mesinha de cabeceira… é muito estilo :)

Stephanie

Criadora e criaturas. Esta é a Stephanie, a responsável por este design lindo e cheio de amor. Palmas pra ela, né gente? :)

Antes que alguém me pergunte, não, isso não é um publi :) Não tô ganhando nadinha além da satisfação de compartilhar com vocês essa lindeza que descobri recentemente.

Ela tem outros designs, inclusive um recentemente premiado – vale muito a pena dar uma conferida no site. Ah, eu contei que ela faz peças sob medida?? Fica a dica pros colegas arquitetos ;)

Quem curtiu levanta a mão! :)

 

Continuando a apresentação das minhas casas passadas, é chegada a vez da nossa casinha de vila na linda e doce Brighton, que foi nossa primeira morada oficial na terra do Canguru. Digo oficial, porque nosso primeiro mês passamos num apê de quarto e sala em Elwood, bairro fronteiro… mas esta não conta como casa, estava mais pra hotel – casa é onde a gente estampa um pouco da gente, não é mesmo? :)

Pois bem…

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Nossa casinha era pequenina, eram dois quartos modestos, um banheiro apenas (!) , sala de estar, de jantar, cozinha e lavanderia. Tinha também um quintalzinho gostoso, onde rolava uns churrasquinhos espertos. Uma árove bem grande para onde as maritacas vinham em bandos, e também os corvos gritalhões. Esta casa da década de 50 era super bem iluminada, tinha um piso original lindo. Apesar de pequetita, comportava com perfeição nossa pequena família.
Os móveis (ninja) que compramos pra esta casa nos acompanham até hoje (infelizmente, rsrsrs).

As fotos são de péssima qualidade, mas vamo que vamo ;)

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Este era nosso mini-hall de entrada – se é que assim pode-se chamar, rsrsr. A porta que aparece na foto é do coat closet (toda casa deveria ter um!). Aqui tínhamos um mix de peça que trouxemos com a gente de Bloomington, objetos do Brasil e novas aquisições da Ikea.

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como disse, a casa era pequena, do hall de entrada já dava pra ver tudinho, rsrs. Nesta casa, a área que eu mais gostava era a de jantar. A landlord boazinha, deixou que colocássemos nossos quadros na parede – fiquei tão feliz! :)

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Tudo meio improvisado: juntando as peças para tentar criar nossa casinha com um orçamento espremidinho, afinal, quem muda de casa todo ano não pode investir em móveis definitivos…

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a cortina veio da Pier 1 de Bloomington, assim como a bandeja de pé lá atrás. O resto veio da Ikea mesmo…

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Notaram que a Adelaide tá ali bem em cima da lareira? :)

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nos quadros, grande parte das fotos foi tirada com máquina de filme, do tempo que eu fiz um curso de darkroom lá em Bloomington: ou seja, fotografadas e reveladas por mim – um chiquerê :P

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o quartinho do Vivi era beeem pequetitinho, mas beeee coloridinho

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Alguns brinquedos espalhados, outros escondidos e trancados no armário, porque se liberasse tudo, não caberia mais ninguém no quarto :O|

quarto vivi

Tudo bem miniatura pra caber no quartinho: caminha, mesinha, espelhinho… tudo inho :)

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O dono do quarto – no tempo em que ele ainda era filho único

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Eu e Vivi montando nossa primeira arvorinha de Natal :)

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Voltando à vida civilizada :) – indo de trem (até porque a gente ainda não tinha carro, rsrs)

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As maritacas na árvore do nosso quintalzinho – barulhinho bom :)

casa vazia

No dia da mudança: DIY na veia!!

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passeando pela vizinhança

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um pedacinho do nosso quintal, ainda vazio

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as famosas casinhas na praia de Brighton – era praticamente no quintal de casa (ai que saudade)

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tava sol, mas tava frio – indo à praia de roupa (homenagem aos amigos paulistas, rsrs)

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Menino grande e menino pequeno jogando bola (devidamente uniformizados) no quintal de casa – sabem do que eu não sinto saudade?? De cortar esse mato todo aí! rsrs

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Pra fechar, uma foto da família, então crescente, em frente a nossa primeira casinha australiana – preciso falar que bateu uma saudadinha do Vivi pequenino e do Nick na barriga? Ai como eu queria o terceirinho…

Infelizmente não tenho fotos do meu quarto, mas acreditem, não havia nada de especial. Só o básico mesmo (a mesma cama, as mesmas mesinhas – estas nos acompanham desde Bloomington). O sofá amarelo hoje está um tanto desbotado e também danificado, não pelo tempo, mas pelos meninos arteiros – fazer o que? Trocar somente quando o menorzinho deixar de ser destruidor (em um ou dois anos, talvez?)…

Fico olhando pras fotos e pensando “caracoles, como a gente acumula coisas!!” Hoje jamais conseguiríamos encaixar tudo o que colecionamos ao longo desses quase 5 anos de Austrália numa casinha como esta de Brighton.

“Minhas Casas Passadas” não termina por aqui… ainda teremos mais um post, antes que eu apresente oficialmente pra vocês minha casa atual :) Então, você que curte bisbilhotar casas alheias, fique ligado ;)

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Janeiro está dando tchau e olha só quem está de volta: nossa querida Blogagem Coletiva DIY. Demorou um pouquinho, mas nossa equipe se reuniu pra começar o ano dando aquele help na sua Decor.

O primeiro desafio do ano é criar uma decoração usando fios: pode ser lã, linha, barbante, corda, sisal, arame, fio elétrico… até fio dental tá valendo :) O que importa é criar uma decor daquelas bacanudas, fáceis de reproduzir e que não custe uma fortuna.

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Eu, que como vocês sabem ando sem tempo nem pro xixi, resolvi dessa vez fazer um lance beeeeeem simples merrrrrrmo, sacou? Até pensei em fazer uma versão mais rebuscada, mas devido à escassez de horas no meu dia, a ordem da vez é simplificar.

Pra resumir a ópera, este é um PAP de um material só. Pra não dizer que não usei nada além de fio, usei também uma tesoura e um fósforo :)

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Na verdade, primeiro testei com restos de lã, depois com restos de sisal, mas pra fazer o PAP, comprei daquelas cordas finas, coloridas, super fortes e que podem também ser utilizadas do lado fora. Um rolo de 61 metros me custou $5.70, ou seja, meu projeto saiu por pouco mais que 2 dinheirinhos. Bora ver?

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os pedaços são bem compridos mesmo, mas você pode ajustar de acordo com o tamanho do vaso

Estava atrás de uma corda verde, mas como não encontrei, vamos de laranja mesmo.

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os 8 fios, viram 16

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Há quem prefira, em vez de fazer o primeiro nó, prender uma argola… resolvi fazer assim pra mostrar que até a versão mais barata, e mais fácil fica bacaninha

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Na verdade, fica mais fácil fazer o macramê, pendurando o amarrado de corda na massaneta da porta, ou num ganchinho na parede #ficaadica

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Existem mil e um tipos de nós, este é o mais simples – até meu caçulinha sabe fazer, rs

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amarre o primeiro grupo de quatro fios e tente manter a mesma altura na hora de amarrar os outros grupos

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Note que os nós não estão exatamente na mesma altura, mas estão “close enough” :)

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Vá juntando dois fios de cada grupo, de modo a fechar um círculo. Faz sentido, né?

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Não tem como errar, sério mesmo :)

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A ideia é unir os fios de modo a formar uma trama nos moldes daquela sacolinha de limão de feira (só que em escala bem maior) – ainda se vende limão assim no Brasil??

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Sim, eu cortei os excessos e, pior, risquei o fósforo com apenas uma das mãos, enquanto a outra tirava a foto – ambidestra #sóquenão rsrsr.

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Dá pra acreditar que um projeto tão simplezinho dá um up na decor?

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Notou que tem mais dois macramês ali atrás? Foram os testes que eu fiz :) O verdinho eu fiz com lã e o outro com sisal. Fiz versões menores pra pendurar meus pezinhos de manjericão e salsinha :)

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Pra você que está querendo trazer um pouco de verde pra dentro de casa mas não tem onde apoiar suas plantinhas, o macramê é a solução perfeita

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Do lado de dentro ou do lado de fora, o macramê dá aquele tcham na hora de pendurar seus vasos de plantas

Claro que existem opções muito mais rebuscadas de nós e trançados, coisas lindas-de-viver, mas meu projeto tinha que ser de minuto e não de horas a fio (eu e os trocadilhos, rsrsr), além do mais, como comprei uma cor tcharantchantchan, optei por um design simples pra não sobrecarregar o visual ;)

Mas ó, a inspiração não pára por aqui não! As outras meninas da Equipe SOS Decor fizeram projetos lindos de viver. Corre lá pra conferir ;)

Este post faz parte do projeto DIY Coletivo da Equipe SOS Decor. Pra ficar por dentro de todas as blogagens, ou participar das próximas edições, basta ficar ligado na fanpage do Facebook.

 

 

A pessoa quando some, some merrrrrmo, né? :) Sumi por causa das férias escolares, por conta da visita do sogro e também por causa do trabalho. Bem, as aulas ainda não voltaram, o sogro continua aqui e o bicho ainda tá pegando nos projetos, mas eu tava morrendo de saudade de escrever por aqui, então está decretado o meu retorno! hahaha

Hoje o post é uma dobradinha de Natal e Ano Novo.

Quem me conhece sabe muito bem que, quando o assunto é decoração, eu sou (quase) tudo, menos tradicional. Sempre acabo encontrando uma maneira de fugir do óbvio e, acreditem, não é proposital! Quando eu vejo, viajei na maionese e parti por um caminho alternativo. Deve ser esse meu siricutico de querer fazer as coisas acontecerem, muitas vezes assim de última hora, pulando totalmente a fase do planejamento, que acaba me obrigando a improvisar, usar o que eu tiver à mão.

Eu contei que este ano o Natal foi no improviso? Ao contrário do ano passado, fomos bem pouquinhos e na verdade, nem ia fazer nada em casa, íamos pra uma festa na casa de uns amigos, mas como eu não estava no clima de festão, muito menos de multidão, decidi, faltando uns 5 dias pro Natal, que faria uma ceia íntima, só pra família e agregados :)

O menu contou com bacalhau espiritual, presuntão de desenho animado :), salpicão especial de Natal, farofinha carregada, salada verde e arrozinho branco. De sobremesa os tradicionais pudim de leite, pavê de pêssego e mousse de limão.  Pra compor a mesa, catei umas chitas e uma renda que eu tinha guardadas e improvisei uma decor tropicália de Natal, dá só uma olhada ;)

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Mesa de renda e chita pra “abrasileirar” nosso Natal :)

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um close no guardanapo, que ganhou uma bossa com o amarradinho de chita #quemnãotemcãocaçacomogato rsrsr

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apesar de super improvisada, até que a mesa ficou charmosinha, né não? :)

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olha minha árvore branca lá no fundo :) – este foi o terceiro e último natal dela… ano que vem teremos novidade ;)

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lembra dos cones do natal passado? Olha eles aí no centro da mesa novamente :)

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Pra completar o ar brasileiríssimo da mesa, Gumercindo, Zulmira e Genarinho marcaram presença na decor ;)

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Olha mais um improviso aí: castiçal + pratinho de sobremesa temporariamente colados com massinha adesiva deram origem a esse prato alto que apara frutas e vela #ficaadica ;)

mais uma amiga retirante pediu licença à estante e veio posar de gatinha na mesa natalina. Adelaide forever :)

mais uma amiga retirante pediu licença à estante e veio posar de gatinha na mesa natalina. Adelaide forever :)

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Natal simples, mas cheio de amor :)

E no almoço de Ano Novo…

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Elas voltaram! Renda, chitas, flores, frutas e muitas cores pra dar as boas vindas a 2014!

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o líquido vermelho é minha água aromatizada – qualquer dia eu passo a receita ;)

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mais tropical do que isso, só se tivesse uma bananeira e uma plantação de abacaxi como centro de mesa, né não? #anonovocolorido

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Olha eu aí, com cara de sono e vestido larguinho pra comportar a comilança rsrsr

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um brinde de ano novo com alguns dos convidados (as crianças estavam correndo no parquinho em frente, rsrs)

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mais uma da galera – mais ainda tá faltando criança aí! :)

E assim foram minhas mesas de Natal e Ano Novo. E como não se mexe em time que está ganhando, já repeti o tema tropicália no evento de ontem. É assim, brasileiro pode até sair do Brasil, o difícil é tirar o Brasil de dentro de brasileiro :)

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Hoje não tem post novo, não tem inspiração, nem PAP. Hoje não tem receita e também não tem freebie. Hoje é véspera de Ano Novo e eu já preparei um pudim de leite, uma torta de limão com merengue e uma pavlova (as sobremesas pro primeiro almoço do ano). Hoje eu ainda tenho que terminar de colocar ordem na casa. Tenho também que mandar imprimir alguns volumes do meu blog pessoal. Hoje ainda tenho que descansar e meditar. Hoje quero também dar um último pulinho (do ano) rápido na praia, só pra ver o mar e molhar meus pezinhos, mas talvez eu fique por lá pra ver o último pôr do sol de 2013. Hoje eu ainda tenho muito o que fazer antes de encerrar este meu ano, mas resolvi passar aqui assim bem rapidinho só pra deixar registrado o meu desejo de um 2014 fenomenal, com muita saúde, amor e paz, porque tendo isso, gente, do resto a gente corre atrás ;)
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